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22 agosto 2015

MEME Rotaroots: 5 esportes que eu praticaria




Ainda no clima dos Jogos Panamericanos, o Rotaroots resolveu incentivar a gente a compartilhar cazamigas quais seriam os esportes que praticaríamos se fizéssemos parte da seleção brasileira.

Bom... Como passei grande parte do ensino médio dentro da quadra do CEFET, eu não poderia deixar de entrar nessa brincadeira.


HANDEBOL




Se eu tivesse que escolher um esporte pra praticar a vida inteira, provavelmente seria o handebol.

Tá vendo aquela setinha amarela ali na foto de cima apontando pra criatura de uniforme vermelho escondida? Pois é. Sou euzinha.

A época mais feliz do ano da criança era a dos jogos escolares. Seja nos interescolares ou nos internos. Eu queria era jogar e ser feliz.

Nos jogos internos do CEFET a divisão das equipes era por sala. Ou seja, você tinha que ficar pentelhando todo mundo da sua sala até decidirem participar. Como sempre acontecia com as salas de técnico em informática do CEFET, a animação pros esportes era meio limitada. As meninas sempre participavam de tudo, mas os meninos eram mais difíceis. Só alguns gostavam de esportes.

Nos dois primeiros anos foi difícil. Eu e a Camila ficávamos em cima dos meninos pra aparecerem nos jogos, mas muitas vezes não tinham time completo. Ô vida! huiahiuahiuahu

No nosso terceiro ano, depois de muitos saírem da escola, dividiram a turma de mecânica. Uma parte foi estudar com a nossa turma e a outra foi para a turma da eletrotécnica.

Com isso, os jogos do terceiro ano tiveram 100% de presença dos meninos! uhuuul \o/

Foi tudo lindo! <3

Tá. Mas e o handebol? hiuahiahu

Bem,,, O handebol era o meu favorito. Jogava no time do CEFET e em tudo quanto é horário que dava.

Por causa dele eu chorava, esperneava e aguentava porrada. Jogava com febre, jogava depois de levar ponto na cara. Por causa dele, eu até fazia o sacrifício de cortar as minhas belas e grandes unhas pintadinhas de rosa. Tinha um árbitro que quase fazia a gente cortar os dedos fora. Meu coração doía, mas eu aguentava. Tudo pelo handebol.



VÔLEI




Não tem uma bola de vôlei na foto e, sim, de handebol, mas juro que a gente também jogava vôlei! Além do mais, hoje estou querendo me exibir. huiahiuahiuahu

O vôlei foi o esporte que me fez gostar de esportes. Eu ODIAVA esporte ou, pelo menos, praticar.

Sempre gostei de ver a seleção brasileira jogar na TV e praticamente toda a minha família já tinha jogado vôlei no time de um clube da cidade. Até a minha avó jogava quando eu era pequena.

Quando entrei para o Viva Vôlei, foi amor demais. Aprendi as regras, comecei a entender porque aquele povo ficava trocando de posição toda hora e ganhei lindas pernocas, além de um monte de amiguinhos.

Graças ao Viva Vôlei, conheci os jogadores das seleções juvenis do Brasil e da Itália. Destes jogadores, alguns depois passaram para a Seleção principal. Estou falando da Seleção de gente grande! Tanto os da Itália, quanto os do Brasil.

Ah, a seleção italiana! Mamma Mia! Um spettacolo, minha gente. Foi muita gente apaixonada por italiano que só viu uma vez na vida. Muito choro ao som de Per Amore. hiuahiuahiauhu



HOCKEY


Imagem: sky.com


Desde que vi Nós Somos Os Campeões pela primeira vez, quis jogar hockey. A criançada fazia tudo parecer tão divertido, que eu também queria fazer parte dos Mighty Ducks.

Colocava os meus patins, pegava uma vassoura e me sentia a jogadora profissional de hockey.

Eu vibrava com o ataque dos patos. Sabe aquela jogada que eles faziam em forma de V? Eu ia ao delírio!!! Isso tudo, mesmo já tendo visto os filmes milhares de vezes.

Até hoje faço Quack! Quack! Quack! junto com eles. E até hoje sou apaixonada pelo Joshua Jackson.



PATINAÇÃO ARTÍSTICA


Imagem: adorocinema.com


Depois de já estar apaixonada por patinação graças aos Mighty Ducks, me apaixonei pela patinação artística.

Acho linda e poética a maneira com que os patinadores interpretam a música. Além do mais, toda vez que vejo patinação artística, dá aquela sensação de liberdade. Parece que os patinadores estão voando. Só me resta querer voar também.

Aqui em Leopoldina não tem pista. Muito menos gelo. Não tem nem frio direito.

Por isso, fico só babando nos filmes e competições.



GINÁSTICA


Imagem: R7/GettyImages


Nunca me decidi se queria a artística ou a rítmica. A verdade é que queria as duas desde pequena. O engraçado é que eu tinha medo até de tentar virar estrela. Deve ser por causa da vez em que tentei plantar uma bananeira e acabei de cabeça no chão. Só depois de velha criei coragem pra virar uma estrela. E ainda falaram que eu estava velha pra ficar fazendo aquilo. huiahiuahiauhu

Sabe a impressão de voar que comentei ali na patinação artística? A ginástica me passa a mesma sensação. Tanto a artística, quanto a rítmica.

Uma coisa que nunca entendi é o porquê da ginástica artística se chamar artística. Sempre achei a rítmica mais artística. hiuahaiuhuahu


E vocês? Quais esportes praticariam se fossem ganhar a vida como atletas?

Até a próxima. ;)



10 maio 2015

MEME Rotaroots: 5 coisas que eu quis ser




Prestem atenção crianças! A mini Sabrina vai contar pra vocês tudo aquilo que ela já sonhou ser. Bem... Não tudo. Só as coisas um pouco absurdas. hiaihuahu

E não. Eu não tinha implantes de silicone nas bochechas. É tudo natural.

Um dos temas do Rotaroots deste mês é listar 5 coisas que queríamos ser. E como eu odeio libertar a mini Sabrina que existe em mim (#sqn), também entrei na brincadeira!



AGENTE DO FBI




Um dos meus grandes sonhos durante a infância era me tornar uma agente do FBI. Não me pergunte o porquê!

Não sei bem de onde veio essa vontade. Eu amava filmes policiais, de luta, soldados, quando pequena. Robocop (que não tem nada de FBI) era um dos meus favoritos, dividindo o espaço com O Grande Dragão Branco e Soldado Universal.

Acho que o que me fazia querer ser uma agente do FBI era a parte investigativa. Além de saber lutar, eu teria que investigar e ainda poderia ter uma arma. Sim, eu achava as armas legais.

Quando meu pai me disse que o FBI não existia no Brasil fiquei super chateada. Eu não queria fazer parte da Polícia Federal. Eu queria ser uma agente do FBI. E só podia ser do FBI.

O sonho morreu de vez quando percebi que, durante o trabalho, eu poderia levar um tiro e morrer. Com isso, as armas se tornaram menos interessantes pra mim.



NAMORADA DO PRÍNCIPE ERIC / JEAN-CLAUDE VAN DAMME




Como já disse milhares de vezes por aqui, no auge dos meus 4 anos, A Pequena Sereia e O Grande Dragão Branco dividiam o primeiro lugar na minha lista de filmes favoritos.

Eric sempre foi o meu príncipe favorito, talvez por ser a alma gêmea da minha princesa favorita. Ele era bonito, alto e tinha um cachorro que era igual à Priscila da TV Colosso. E era um príncipe!

Jean-Claude Van Damme sabia lutar, fazia uma abertura perfeita (que eu queria que ele me ensinasse!) e o mais importante de tudo: derrotou o cara malvado que matava todo mundo. O tal cara malvado, Chong Li, era um dos meus maiores pesadelos. Para mim, não existia gente mais malvada que ele no mundo. O cara quebrava pescoço, provocava fraturas expostas e matava sem piedade. A fratura exposta era uma das partes mais aterrorizantes do filme. Como eu achava que tudo o que acontecia no filme era verdade, Van Damme era os heróis dos heróis!



SEREIA




Fora da água eu era fissurada no filme A Pequena Sereia, dentro da piscina eu recriava todas as cenas. 

Ariel era descolada, podia nadar o dia inteiro e sabia cantar como ninguém. Fiquei um pouco inconformada por ela ter que desistir das barbatanas. Por que o Rei Tritão não podia fazer ela virar sereia sempre que ela quisesse nadar?



DISCÍPULA DO MESTRE MIYAGI




Daniel San era um garotinho magrelo e que não sabia lutar. Mestre Miyagi conseguiu fazer este garotinho ganhar o campeonato, ensinando-o a pintar, polir o chão e encerar o carro.

Como se isso não bastasse, Mestre Miyagi sempre tinha uma lição profunda para cada situação.

Foi com o Mestre Miyagi que aprendi que "a vida pode te derrubar, mas você decide quando é hora de levantar".



APRENDIZ DE FEITICEIRA





- Qual o seu nome?
- Sabrina.
- Aprendiz de feiticeira?

Toda Sabrina já ouviu a piadinha pelo menos uma vez na vida. E ainda fico frustrada quando escuto e sei que nunca vou ser uma aprendiz de feiticeira. Fala sério! Tem coisa mais legal do que ter poderes? Pois é. O nome eu já tinha, só me faltavam os poderes!

Confesso que já tentei inúmeras vezes ativar os meus poderes. Ficava olhando para um objeto qualquer tentando fazer ele se mexer ou qualquer coisa parecida.

Nunca deu certo. The Force is not strong with this one.


Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais.


E vocês? O que queriam ser?

04 fevereiro 2015

MEME Rotaroots: 6 filmes indicados ao Oscar da minha vida




Estou sem palavras para o quanto estou animada com os temas do Rotaroots deste mês. Como toda boa viciada em séries e filmes, tive que começar por este. É amor demais, gente! O difícil foi escolher os filmes.

Eram cinco, escolhi seis.


O OSCAR DE MELHOR CANÇÃO VAI PARA: A PEQUENA SEREIA




Sim. Este é o melhor filme de todos os tempos. Eu era tão viciada no filme que meus pais tinham que alugá-lo toda semana. No auge dos meus quatro anos, eu tinha dois grandes amores: Príncipe Eric e Jean-Claude Van Damme (por causa do filme O Grande Dragão Branco bestmovieever!). Sei todas as músicas, sei todas as falas. Provavelmente é daí que surgiu a minha vontade de sair cantando por aí. E é por isso que guardo uma grande frustração de não ter participado do concurso da TV Cruj para ser a dubladora da Melody em A Pequena Sereia 2. Eu teria ganhado! Eu sei que sim! hiuahiuahiahu

E apesar de todos esses anos vendo o filme sem parar, ainda não me cansei dele. Minha mami poderosa me deu o DVD de presente de aniversário há alguns anos atrás e ele está firme e forte até hoje. Também tenho outro ainda lacrado para emergências. É. O negócio é sério!


O OSCAR DE MELHOR FIGURINO VAI PARA: GREASE - NOS TEMPOS DA BRILHANTINA




Conheci o filme através da minha mãe, que é apaixonada por ele. O filme foi um grande sucesso em seus tempos de garotona, com direito a coreografias ensaiadas e tudo mais.

As coreografias eu não sei, mas as músicas... Ah, as músicas! John Travolta e Olivia Newton-John ganharam o meu coração. Não importa o quão velho e barrigudo John Travolta esteja, eu só consigo enxergar o Danny Zuko.

Sempre fui fascinada pelas roupas dos anos 50/60 e as roupas da Sandy me encantavam. Sem falar no visual totalmente rock and roll dos T-Birds. Eu ainda terei uma jaqueta de couro dos T-Birds e a jaqueta das Pink Ladies.


O OSCAR DE MELHOR PRINCESA VAI PARA: A PRINCESINHA




"O que quer que aconteça", disse ela, "não pode mudar uma coisa. Se sou uma princesa em trapos e andrajos, posso ser uma princesa por dentro. Seria fácil ser princesa se eu estivesse vestida com tecido de fios de ouro, mas é um triunfo muito maior ser princesa o tempo todo, sem ninguém saber"
A Little Princess - Frances Hodgson Burnett

O filme é baseado no livro de Frances Hodgson Burnett, a mesma autora de O Jardim Secreto (outra obra-prima).

Não importa quantas vezes eu assista ao filme, ele sempre me faz chorar. Sarah é uma das personagens mais inspiradoras que existe. É boa, gentil e generosa mesmo quando está passando por um dos piores momentos de sua vida. Ela usa a sua imaginação para dar esperança àqueles que estão à sua volta. E o mais importante: Sarah nos ensina que, não importa o quanto alguém tente nos menosprezar ou nos fazer desacreditar, todos nós somos especiais.


O OSCAR DE MELHOR "BITCH" VAI PARA: MENINAS MALVADAS




O filme não é nenhuma obra-prima (quantas vezes eu já escrevi esta palavra neste post? hiuahiahu), mas me traz boas lembranças. É impossível não amar Regina George! Desculpe-me, LiLo, mas este filme é dela!

Assisti na época em que estava cursando o ensino médio e sempre que revejo é como se aquela época voltasse. Perdi a conta de quantas vezes dancei Yeah! do Usher adaptando a coreografia de Jingle Bell Rock.



O OSCAR DE MELHOR DOR DE COTOVELO VAI PARA: BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS




Quem nunca quis apagar uma pessoa da mente e também do coração? Pois é. Brilho Eterno te fez entender que nem sempre essa é a melhor solução.

Enquanto assistia, eu fiquei aflita só de pensar na hipótese de apagar uma parte da minha vida para sempre. Sou daquelas pessoas que preferem sofrer uma dor de cotovelo. Deixem minhas memórias em paz! Como diziam Roberto e Erasmo: "Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi".


O OSCAR DE MELHOR "E SE..." VAI PARA: O EFEITO BORBOLETA




O ano de 2004 não foi nada fácil. Perdi cinco amigos em menos de um mês. Assistir a este filme me fez ter uma baita inveja dos poderes do protagonista. Eu queria voltar no tempo e alertá-los. Será que daria certo? Talvez.


Os filmes, séries e músicas, por mais bobos ou idiotas que sejam, têm o poder de marcar uma época de nossas vidas ou até uma geração inteira. Eles te transportam para aquele tempo que você achava ter esquecido. Eles trazem lembranças boas ou nem sempre tão legais assim. Eles te fazem lembrar de quem você já foi, de quem você já conheceu, de quem você sente saudades.

Boas ou ruins essas lembranças fazem parte de quem a gente se tornou. Abrace-as e siga em frente.



Este post faz parte de uma blogagem coletiva do Rotaroots. 

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